Pular para o conteúdo principal

Serra de Sintra

A região da serra de Sintra, em Portugal, é muito bonita, com muito verde, paisagens espetaculares e com várias atrações e lugares para conhecer. Aquele clima de serra maravilhoso! Cheirinho de mato, flores, verde e ao longe o mar. Excelente para passear. Tudo seguro e bem preservado. Há importantes atrações históricas e locais de ótima gastronomia, com muito sabor e preço justo.

Distante aproximadamente 25 km de Lisboa, situa-se no extremo ocidental do continente europeu. Pode ser alcançada de carro fácil e rapidamente, indo devagar apreciando o caminho. Um deles pode ser feito pela costa, passando por Estoril e Cascais. Há muito o que se ver. Um dia só é insuficiente.

Palácio da Pena

Crédito: www.parquesdesintra.pt

O Palácio Nacional da Pena, ou Palácio da Pena, representa uma das principais expressões do romantismo arquitetônico do século XIX, constituindo-se no primeiro palácio nesse estilo na Europa, erguido cerca de 30 anos antes do Castelo de Neuschwanstein, na Baviera. Possui influências arquitetônicas manuelina e mourisca.

O palácio foi construído para ser observado de qualquer ponto do parque que o cerca, repleto de esplêndidos jardins com inúmeras espécies arbóreas oriundas dos quatro cantos do mundo.

Castelo dos Mouros

Crédito: www.youtube.com

O Castelo dos Mouros (Castelo de Sintra) encontra-se erguido sobre um maciço rochoso, isolado em um dos cumes da serra de Sintra. Do alto das suas muralhas descortina-se uma vista privilegiada que se estende até ao oceano Atlântico. Consiste numa fortificação construída em torno do século X após a conquista muçulmana da Península Ibérica, sendo ampliada depois da reconquista cristã.

Palácio Nacional de Sintra

Crédito: ww.planetware.com

O Palácio Nacional de Sintra, também conhecido como Palácio da Vila, foi um dos Palácios Reais e hoje é propriedade do Estado Português, que o utiliza para fins turísticos e culturais. De implantação urbana, a sua construção iniciou-se no século XIII, embora tenha sido aproveitada uma antiga construção da época muçulmana.

Apresenta características de arquitetura medieval, gótica, manuelina, renascentista e romântica. É considerado um exemplo de arquitectura orgânica, de conjunto de corpos aparentemente separados, mas que fazem parte de um todo articulado entre si, através de pátios, escadas, corredores e galerias.

O Palácio foi utilizado pela Família Real Portuguesa praticamente até ao final da Monarquia, em 1910. Em 2008 foi o palácio mais visitado de Portugal.

Quinta da Regaleira

Crédito: www.portugalbytaxi.com

O Palácio da Regaleira é o edifício principal do palácio da Quinta da Regaleira. O palácio está situado na encosta da serra e a escassa distância do Centro Histórico de Sintra.

A Quinta, além do palácio em sim, possui luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, lugares estes que ocultam significados alquímicos, como os evocados pela Maçonaria, Templários e Rosa-cruz. Em tudo, pode-se verificar traços da arquitetura românica, gótica, renascentista e manuelina.

Monserrate

Crédito: Paulo Alcântara

O Palácio de Monserrate é um palácio inserido no Parque de Monserrate. O palácio foi projetado pelo arquiteto James Knowles e construído em 1858, por ordem de Sir Francis Cook, visconde de Monserrate, enquanto a elaboração dos jardins foi entregue ao pintor William Stockdale, ao botânico William Nevill, e a James Burt, mestre jardineiro.

Este palácio que foi a residência de Verão da família Cook, foi construído sobre as ruínas da mansão neo-gótica edificada pelo comerciante inglês Gerard de Visme, que possuiu a concessão da importação do pau-brasil em Portugal e foi o responsável pelo primeiro palácio de Monserrate. Nos jardins deste Palácio podem ver-se vários exemplares botânicos. Hoje em dia o palácio é uma propriedade pública.

É um exemplar sugestivo do Romantismo português, ao lado de outros palácios na região, como o Palácio da Pena.

Palácio de Seteais

O Palácio de Seteais, elegante palácio cor-de-rosa, foi construído no século XVIII para o cônsul holandês, Daniel Gildemeester, numa porção de terra cedida pelo Marquês de Pombal. Presentemente, pertence à empresa hoteleira Tivoli Hotels & Resorts.

Crédito: www.andrewharper.com

Crédito: www.casamentosmagazine.com

Santuário da Peninha

Ermida de dimensões reduzidas representando uma importante igreja de peregrinação, envolta numa atmosfera religiosa mágica, estando-lhe associada a existência de uma imagem milagrosa de Nossa Senhora. Este local de culto, de aspecto exterior singelo, apresenta, na verdade, um interior riquíssimo, com mármores embutidos e revestido por azulejos brancos e azuis, surpreendendo quem conseguia até ali chegar.

Crédito: www.guiadacidade.pt

Cabo da Roca

Ponto mais ocidental de Portugal continental, assim como da Europa continental. Luís Vaz de Camões descreveu-o como o local “Onde a terra se acaba e o mar começa” (in Os Lusíadas, Canto III).

Crédito: pt.wikipedia.org

Sintra

A cidade de Sintra tem boas atrações para serem visitadas. Passear por suas ruelas e se deliciar com sua gastronomia vale muito a pena. Comer um travesseiro (doce local) com um cafezinho no final do dia é tudo de bom. Vá à Piriquita, loja tradicional que fabrica e serve esse maravilhoso doce, além de outras delícias.

Crédito: www.adondeir.com

Além da serra propriamente dita, outros pontos turísticos interessantes situam-se nas imediações e vale muito a pena serem visitados, tais como:

Palácio de Queluz

Crédito: guiastecnicos.turismodeportugal.pt

Palácio próximo à Sintra, construído por D. Pedro III de Portugal, para ser sua residência de verão. Serviu como lugar de encarceramento para a rainha D. Maria I enquanto sua loucura continuou a piorar após a morte de seu marido (D. Pedro) em 1786.

Após o incêndio que atingiu o Palácio da Ajuda em 1794, o Palácio de Queluz tornou-se a residência oficial do príncipe regente D. João VI e de sua família. Permaneceu assim até a fuga da família real para o Brasil em 1807, devido à invasão francesa de Portugal.

Nele nasceu D. Pedro IV de Portugal (ou Pedro I do Brasil), em 12 de outubro de 1798. Em 24 de setembro de 1834, já como rei de Portugal, Pedro IV viria a falecer no mesmo quarto em que nascera.

Cascais

Cidade costeira, ao lado de Estoril, depois dessa cidade vindo de Lisboa. Uma jóia!

Crédito: www.dinheirovivo.pt

Crédito: www.esnporto.org

Estoril

Cidade também costeira, que tem como destaque o famoso cassino.

Crédito: www.keyword-suggestions.com

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

As letras de "Fascinação"

Quem não é fascinado pela canção "Fascinação" (título original "Fascination"). "Fascination" é uma valsa popular, com melodia composta em 1904 por Fermo Dante Marchetti e letra escrita em 1905 por Maurice de Féraudy em francês (letra em inglês de Dick Manning). Foi lançada em 1932. A versão da letra em português que todos nós conhecemos foi escrita em 1943 por Carlos Galhardo e gravada sublimemente pela Elis Regina em seu álbum Falso Brilhante (1976). A versão original da letra em francês é pouquísimo conhecida aqui no Brasil, e no mundo bem menos que a versão em inglês. Escutem-na abaixo com Daniel Plaisir (este nunca tinha tido o "plaisir" de conhecer!): Daniel Plaisir cantando a letra original em francês "Je t’ai reencontrée simplement,  Et tu n’as rien fait pour chercher à me plaire . Je t’aime pourtant, D’un amour ardent, Dont rien, je le sens, ne pourra me défaire. Tu seras toujours mon amante Et je crois à toi comme au b...

As três versões de "O que será" do Chico Buarque

Umas das obras primas do gênio Chico Buarque de Holanda, a música " O que será ", possui três versões, cada uma mais linda que a outra. Você sabia? Lembrava? As três versões são: - Abertura - À flor da pele - À flor da terra Compostas em 1976, foram interpretadas espetacularmente pelas vozes do próprio Chico, Milton Nascimento e Simone, essa cantando como sempre, transbordando sentimento. Abertura E todos os meus nervos estão a rogar E todos os meus órgãos estão a clamar E uma aflição medonha me faz implorar O que não tem vergonha, nem nunca terá O que não tem governo, nem nunca terá O que não tem juízo   O que será que lhe dá O que será meu nego, será que lhe dá Que não lhe dá sossego, será que lhe dá Será que o meu chamego quer me judiar Será que isso são horas de ele vadiar Será que passa fora o resto do dia Será que foi-se embora em má companhia Será que essa criança quer me agoniar Será que não se cansa de desafiar O qu...

Clubes da Esquina

Clube da esquina. Bairro Santa Tereza, rua Divinópolis com rua Paraisópolis, zona leste de Belo Horizonte, Minas Gerais. Encontros na esquina (no chão da calçada), conversas, poesias, músicas, violão, vozes, talentos... Brasil!   A esquina (foto do site "Outra Viagem").     Foi lá onde tudo começou... início dos anos 70, sob a ditadura, e ao som de Beatles (naturalmente!). Milton, os Borges, Beto Guedes, Naná Vasconcelos, Toninho Horta, Wagner Tiso, Fernando Brant, Ronaldo Bastos, Tavinho Moura... Todos juntos, muitas obras primas geraram.   Mudando do lugar para som, abaixo, os dois "Clube da Esquina", fantásticos, hoje clássicos. Não dá pra não escutá-los...e de joelhos viu?         Enquanto escutam, recomendo lerem "Os sonhos não envelhecem - Histórias do Clube da Esquina" de Márcio Borges. Fundamental para entender aquela época e seus personagens.   Eles... A turma no jeep "Manuel, o audaz" ...